sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Comunicação para posicionar a marca


Na onda de lançamentos de tablets, a Fujitsu não inovou no produto, mas na comunicação.

Como todos os aparelhos são semelhantes, seus esforços foram pela busca por um posicionamento sólido, principalmente porque a marca não possui um apelo forte.

O diretor de estratégias de produto da Fujitsu, que estrela o filme, põe o tablet lado a lado com alguns bens do dia-a-dia das pessoas, para traçar comparativos com os concorrentes.

Usa, por exemplo, um martelo, dizendo que quando está na mão, todos sabem o que fazer com ele. Assim deveria ser o tablet, com o usuário compreendendo seu funcionamento por meio do fácil reconhecimento.

Ou um chocolate, e afirma que o tablet deve atender às necessidades de entretenimento, mas não esquecer dos desejos de cada usuário.

Acompanhe no filme abaixo a estratégia de posicionamento da Fujitsu.

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foto retirada do site Eja.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Marcas devem ser discutidas à exaustão


Funcionários também dizem não ao seu chefe. Duas vezes.
Na terceira, a chapa começa a esquentar...

É muito comum consultores discordarem da organização para a qual trabalham, mas funcionários, de olho na permanência na empresa, é raro.

Por isto mesmo, a decisão da marca Jaguar é bastante incomum no meio automobilístico: criou sua própria agência de comunicação, a Spark44.

À parte o fato de poder argumentar que toda a equipe estará 100% dedicada à marca, o fato é que as chamadas house agency ou inhouse normalmente não são boas decisões. Seus funcionários podem não discordar tanto quanto deveriam para a excelência dos serviços...

Antes marcas inglesas, Jaguar e Land Rover foram compradas pela indiana Tata Motors, montadora especializada em autos baratos. Isto explica parte da decisão.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Valor e experiência


A quem interessa uma vodka de U$ 11,000? Seria um paladar aguçado demais? Ou um fígado que funciona de menos?

A vodka de edição limitada Diamanti Necro Acqua tem uma versão sendo desenvolvida pelo mesmo chef filipino que já preparou um bolo coberto com ouro de 24 quilates, há alguns anos (foto do chef Araneta Jr., abaixo).

Esta versão sofisticada (?!?) contém, além da própria vodka, 24 quilates de ouro comestível, duas pérolas do mar e um diamante. Ao preço citado antes.

Como para o branding valor pode ser muito diferente de preço, algumas pessoas buscam prazeres realmente diferentes e únicos. É o que se denomina "experiências de valor".

Acontece o mesmo com alguém que paga R$ 12.500 por 4 minutos em um carro de F1 na França ou US$ 10,700 por um jantar a 15 metros de profundidade no mar do Caribe.




















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desenho obtido no blog ratonaroda.blogspot

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Branding como base das Havaianas


A transformação das simples sandálias Havaianas em artigo de moda no mundo todo mostra como o investimento em branding pode diferenciar uma marca. As Havaianas representam 54% das receitas da Alpargatas. A meta da empresa é alcançar receita bruta de R$ 5,5 bilhões em 2014.

“No calçadão de Frankfurt, tem sandália chinesa a 1 euro. A nossa é vendida a 25 euros. Mas não vendemos chinelo, vendemos Havaianas”, afirma o presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, despreocupado.

Mesmo assim, a Alpargatas se mexe. Lançada na Europa para enfrentar a queda nas vendas de chinelos no hemisfério norte durante o inverno, a linha de tênis "Soul Collection" é a grande aposta das Havaianas.

O tênis mantém na sola e na palmilha a mesma borracha dos chinelos. O desenho da tira da sandália também está presente no acabamento. São quatro modelos em várias cores. “Não é um tênis. A gente preserva a alma da marca. É como se fosse uma sandália”, explica Utsch.
Acompanhe no filme de lançamento, abaixo.





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