sexta-feira, 29 de julho de 2011

Luxo: o combustível é o desejo


O que comanda o mercado de luxo é o desejo.

As pessoas costumam pagar muito por isto. Se fossem calcular, a voz racional daria lugar à voz emocional.

Em Dubai, por exemplo, a empresa Monza Ultimate realiza lavação de carros. Água, sabão, esponja e balde poderiam ser os seus utensílios. No entanto, como se especializou no mercado de luxo, nem passa pela cabeça dos donos usar estas ferramentas.

A lavação é diferente da que conhecemos: o couro recebe tratamento com óleos naturais para não perder a maciez; há polimento exterior com nanotecnologia e tratamento sanitário para evitar qualquer tipo de impureza no ar condicionado; a água é sem minerais e ácidos; e os funcionários passam por um treinamento de 6 meses. A lavação dura, em média, 30 horas.

Uma lavação para Ferraris, Aston Martins e Porsches costuma custar 16 mil dólares. De acordo com a empresa, para carros ‘comuns’, como Mercedes e BMW, o valor cai para 10 mil dólares. Agora ficou barato!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mudança na logomarca e na empresa

Empresas mudam a sua marca para demonstrar como estão melhores.

É discurso conhecido que a mudança da marca signifique mudança de postura corporativa, lançamento de novas linhas de produtos, processos modernizados, etc.

No entanto, somente a alteração da logomarca não significa que todos os seus valores acompanharão esse processo. Na verdade, antes devem ser iniciados os procedimentos de mudança para depois, efetivamente, se mudar a logomarca.

O Google recentemente atualizou a logomarca do Orkut. Esteticamente, discutível. Mas o principal mesmo são as mudanças que não vieram, tão solicitadas pelos (ainda) assinantes, para se comparar ao facebook.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Histórias bem produzidas para a marca


Muitas vezes a propaganda é bem produzida mas não consegue trazer recall suficiente para a marca anunciante.

No filme abaixo, toda a trama começa com uma borboleta "estacionando" em cima de um carro. Daí por diante, um sucessão de acontecimentos culminam em uma lancha em cima de um telhado.

Pode até ser considerado bem produzido, mas o anunciante deveria ter cultura publicitária suficiente para saber que comerciais que exploram esse mote já foram produzidos às dezenas, para variados segmentos.

Aprovando comerciais assim, não cria reconhecimento para a marca, não posiciona, não adiciona valor. Mesmo se bem produzido.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Propaganda que traz problema à marca


A Wizard está veiculando uma campanha com envolvimento afetivo.

Diferente da maioria das escolas de inglês, buscou a relação pais-filho para emocionar e convencer as pessoas a estudar outra língua.

É bem possível que tenha obtido um retorno adequado, pois o enfoque realmente consegue destacar a marca.

Alguns críticos na net, porém, entenderam que um dos comerciais pecou por levar o consumidor a pensar que a Wizard é, também, uma escola de ensino à distância. Veja o motivo no filme abaixo e comente o que achou.
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sábado, 2 de julho de 2011

O fim ou a adaptação da propaganda?


Há muito se fala sobre o fim da propaganda como a conhecemos. Quanto mais interagimos com a internet, mais temos a impressão de que os meios TV e jornal tendem a se tornar lembrança.

Uma marca é construída a partir de um conjunto de ações, reais e virtuais. E a propaganda, basicamente, só tem importância se for dirigida a uma marca.

Neste sentido, quanto mais a propaganda servir de apoio à internet, mais provavelmente ela manterá sua aura de ferramenta importante de marketing. A migração parece óbvia, embora as verbas não comprovem essa tendência, ainda.

O filme abaixo, apesar do título catastrófico, mostra de maneira clara como a propaganda tem mudado e a internet tem se tornado seu principal veículo.


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