sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Onde nem a Apple entra

No competitivo mercado global de smartphones, a Samsung (Galaxy S) leva vantagem sobre a Apple (iPhone 4S).

Com 24% do mercado, ante 16% da concorrente, a Samsung leva adiante o seu planejamento de marketing do final dos anos 90, cujo objetivo principal era ser a líder digit all, trocadilho usado na campanha que lançou a empresa definitivamente no mundo digital.

Embora tenha entrado somente no final de 2010 nesse segmento, a Samsung tem construído seu sucesso com base na força da marca, sempre lembrada pelos investimentos em P&D, e por um sistema de produção que mais rapidamente lança novos produtos no mercado.





sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Google fracassa. De novo. Quem lembra?

Marcas fortes devem ser gerenciadas com cuidado extremo, todo dia, o dia todo. Principalmente ao lançar novos produtos.

Lançar um produto sob guarda-chuva consolidado não é garantia de sucesso para o novo entrante.

A empresa Google teve fracasso em quase 40% dos novos produtos lançados. É muita coisa! Ultrapassa todas as estatísticas da literatura de marketing.

Dentre os sucessos, os óbvios Search, Gmail, Android e GoogleEarth. Dentre os fracassos, estão Buzz, Orkut e Google TV.

Esta realidade demonstra: que as marcas no segmento virtual podem necessitar de tratamento diferente das do segmento concreto; que o prejuízo para a marca-mãe, advindo do fracasso de um lançamento, pode ser menor; e que erros dessa natureza rapidamente são esquecidos.

É o branding se reciclando.



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ações indiretas para valorização da marca

Sempre se soube que uma marca é um conjunto de eventos que vão ocorrendo ao longo da vida da empresa e que fornecem uma promessa ao comprador.

A ação mais comum se refere à comunicação tradicional, por meio de comerciais ou anúncios. Por exemplo, o último comercial da Ford com a Débora Secco e o Anderson Silva. Veja abaixo.

No entanto, algumas ações mais específicas são mais eficientes ao longo de um tempo.

É o caso da Ford Europa, que adotou em sua linha de produção um microscópio de escaneamento eletrônico capaz de aumentar uma peça em até 200.000 vezes. A precisão é absoluta e permitirá qualidade ao nível nano nas peças da montadora. Fotos, respectivamente, de buracos em um alumínio, uma mancha de óleo e um parafuso.

Ações como esta não são propositadamente dirigidas à marca, mas trazem um benefício duradouro a ela, no longo prazo.

































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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Marcas que sobem ao pódio

A Amazon está posicionando a marca Kindle Fire, do seu tablet, de maneira bastante curiosa. Veja filme abaixo.

Há um segmento de consumidores que, impedido de comprar o iPad, bem mais caro e com funcionalidade superior, se contenta com o ‘genérico’.

Christensen denominou este fenômeno de inovação disruptiva, aquela oferta que não tem todas as características do líder de mercado, mas que atende (bem) a uma parcela significativa desse segmento, para quem o preço do líder é alto demais.

O autor argumenta que o insurgente (Amazon) tende a obter maiores vantagens do que o incumbente (Apple, líder), porque está “subindo” enquanto o outro, “descendo”.

Mais uma daquelas ações mercadológicas que somente o tempo confirmará. O Playbook (da RIM) não conseguiu.


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