sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Testemunhal: lucro ou prejuízo para a marca


O uso de testemunhal na propaganda não é prática nova.

É, na verdade, uma forma fácil de persuadir o consumidor; ao testemunhar, pessoas influentes da mídia transformam a opinião dos compradores.

O perigo, sempre rondando, é o contratado se envolver em situações negativas (Suzy Rego-Le Postiche nas baladas ou Adriano-Ale e a então noiva, ambos na vida real).

A atividade de patrocínio já está tão madura que a vida irreal já se torna real. Foi veiculado hoje na FolhaSP que a poderosa Globo se pronunciou junto ao patrocinador master Goodyear, garantindo que o ator Marcelo Antony não faria ações ilegais na novela Passione, onde é piloto da StockCar e viciado em algo no computador.

É a arte imitando a vida.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Avaliar imagem: cada vez mais difícil

É comum as organizações avaliarem a imagem que o consumidor tem da marca como sendo a mesma que lhe foi proposta.

Porém, a despeito do trabalho corretamente feito na construção da sua identidade, o mercado pode entender de outra maneira ou nem entender a proposição da marca.

Um grande volume inicial de vendas ou algumas reportagens em revistas, podem fazer a empresa dar-se por satisfeita, não identificando as minúcias do comportamento do consumidor quando o assunto é percepção de marca.

O filme a seguir demonstra isto: para o programador musical da rádio, todos estão cantando a música alegremente, entendendo o que está se passando. Mas basta um nível de inglês de 2o. grau para se compreender o equívoco da família.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Marcas mais valiosas de 2010

O ranking 2010 da Interbrand foi publicado.

Dentre as dez primeiras marcas, somente a entrada da HP alterou a lista em relação ao ano passado.

Confira a posição e o valor das marcas em US$:


1 - Coca-Cola (70,4 bi)

2 - IBM (64,7 bi)

3 - Microsoft (60,8 bi)

4 - Google (43,5 bi)

5 - GE (42,8 bi)

6 - McDonald’s (33,5 bi)

7 - Intel (32 bi)

8 - Nokia (29,4)

9 - Disney (28,7)

10 - HP (26 bi)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Marcas pedem: lembrem sempre de mim


Marcas se ressentem quando não são lembradas. O esquecimento, a frieza ou mesmo a indiferença são fatais para o seu sucesso.

Algumas delas têm sua comunicação adaptada para outras situações que não as originalmente planejadas. Normalmente, isto é um problema para a marca (o jogador Gérson se ressente até hoje, passados mais de 20 anos, do bordão "levar vantagem em tudo").

Algumas vezes, fica melhor do que o original. A seguir um exemplo, em forma de piada com o texto publicitário, que correu a internet durante um período.

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Duas crianças de oito anos conversam no jardim e o menino pergunta à menina:

- O que você vai pedir no Dia das Crianças?

- Eu vou pedir uma Barbie. E você?

- Eu vou pedir um OB! responde o menino.

- OB?! O que é isto?

- Nem imagino... mas na televisão dizem que com OB a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas, e o melhor... sem que ninguém perceba!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Pertinência nas mensagens publicitárias

Perder a piada ou perder o amigo?

Quantas vezes já nos fizemos esta clássica pergunta? E a resposta nem sempre é a mesma.

Uma marca deve fazer questionamentos constantes quanto à pertinência das suas ações mercadológicas.

Mesmo uma piada corriqueira, que já não gera mais qualquer tipo de reação, pode tomar vida própria e revitalizar-se, causando desconforto para algumas classes e jogando fora todo o esforço de branding já realizado.

O filme a seguir é um destes casos. De acordo com as fontes apuradas, ele não foi ao ar comercialmente, apenas em circuito fechado. Mas foi criado e produzido, logo, aprovado.
Desenho obtido no blog Viva Mairi


sábado, 28 de agosto de 2010

Promessa para as marcas: melhor cumprir

Algumas marcas têm prometido mais do que cumprem. No longo prazo, isto é fatal para a sua sobrevivência. Porém, à custa da crença das pessoas na publicidade, a marca se desenvolve e, não fossem órgãos fiscalizadores, manteriam seu sucesso.

No Brasil, as chamadas pulseiras bioquânticas terão suspensas suas propagandas por força da ANVISA. A original, americana, atende pelo nome de Power Balance e a brasileira é a Life Extreme.

Estas pulseiras prometem equilibrar e ativar a circulação sanguínea por meio da “otimização da fluência energética natural do corpo” (site da PB).

Chamados pela Folha de São Paulo, um professor de física e um de educação física deram pareceres semelhantes: “é charlatanismo quântico” e “não há explicação científica para isso. Holograma não emite onda”.

Marcas podem se tornar perenes, mas nunca imunes à enganação.





sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Todos se rendem ao poder das marcas

Quando uma marca se transforma em objeto de desejo, resultados surpreendentes podem acontecer.

A Apple, que tomou a ponta na indústria tecnológica, com valor aproximado de US$ 221 bi, é uma marca que ultrapassa constantemente seus limites: mesmo sem ter os produtos mais avançados, em um setor onde isto é o que interessa, consegue fila de espera por eles.

Em recente entrevista no “Larry King Live (CNN), em companhia do seu pai, até Bill Gates se rendeu ao fascínio da marca: “A Apple teve a mesma visão da Microsoft, a de criar produtos de baixo custo que fossem fáceis de usar”.

Não por coincidência a visão da Apple é “O homem não deve se submeter às máquinas”.