sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ações incrementais e radicais para a marca

A Samsung tem seguido de perto os passos da Apple. Seja com tablet, celulares ou tocadores de MP3, ela busca conquistar um segmento que entende de tecnologia, mas que prescinde da mágica da marca da maçã platinada.

A coreana, no.1 em eletro-eletrônicos no mundo, tem adotado formas alternativas para elevar seu brand awareness. O Galaxy Tab, por exemplo, sua proposta concorrente ao iPad, foi o tópico do twitter mais comentado durante o seu lançamento, em setembro.

Mesmo assim, um dos seus grandes momentos na comunicação global foi obtido com uma ação tradicional de propaganda, o comercial com Ozzy Osbourne para celular, há dois anos (vídeo abaixo).

Ele trouxe um novo patamar de visibilidade para a Samsung. Este é um enfoque interessante: consistentemente empreender atividades alternativas de Marketing e, vez por outra, lançar uma peça publicitária radical.

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Alô? Quem está falando?


Com quase 195 milhões de celulares (e ainda nem fechou o ano), o Brasil ocupa o quinto lugar na quantidade de celulares em operação, atrás de China, Índia, Estados Unidos e Rússia.

Já existem mais celulares do que pessoas no país. Em Santa Catarina, também (são 12 os estados que superam um celular por habitante). Haja vontade de se comunicar!

Em relação às marcas, não houve mudança na ordem das maiores: a Vivo continua na liderança do mercado (30,03%, com 58.397.402 linhas em operação), a Claro manteve-se na segunda posição (participação de 25,58%), em terceiro a TIM (com 24,67%) e em quarto lugar a Oi (com 19,35% de participação).


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O descuido com a marca pessoal


Muitas pessoas famosas dão o seu testemunho às marcas das organizações. É uma atividade comum, embora considerada pelos publicitários como "simplória e de resultado previsível".

A campanha estrelado por Reinaldo Gianechinni para determinado centro comercial é hilária: "...shopping Pinto: o que você mais gosta no lugar que você sempre quis...". Parece piada. Se você é um daqueles poucos que ainda não viu, acompanhe o filme original no endereço ao final do post.

É de se imaginar que argumentos teria usado a agência de comunicação para convencer um artista global a entrar nessa fria...
Em pouco tempo, óbvio, surgiu uma versão fazendo piada com o trocadilho e com o ator. Acompanhe no vídeo hilário abaixo.

Endereço para o comercial original:

http://www.youtube.com/watch?v=3D17p-qyMOQ


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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Produtos com marca e sem marca


De acordo com o presidente Lula, que aparece pela segunda vez neste blog, chegou o momento de commodities serem mais valiosas do que bens ou serviços com marca.

Ele disse isto na formatura dos novos diplomatas brasileiros se referindo ao fato "...de que o mundo precisa de comida e o Brasil é que tem a competência de produzir mais comida".

Obviamente, também é uma resposta aos críticos de anos atrás que diziam que o Brasil estava perdendo o trem do progresso por não exportar produtos de alto valor e sim commodities.

O fato relatado pelo presidente é pontual, serve para esta ocasião. Nem ele nem ninguém consegue imaginar um mundo em que um bem que se diferencie positivamente dos demais valha menos.