Os comerciais de varejo têm melhorado muito.
Já não é raridade um comercial criativo e bem produzido para este setor econômico, embora os da indústria ainda se mantenham intocáveis.
O comercial da revenda Yamaha, a seguir, tem um conceito voltado ao bem (moto) mesmo sendo loja e não a fabricante, traz uma ideia visual muito rica sem ser piegas, e traduz um enfoque bastante particular do próprio produto para leigos de qualquer idade.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Pessoas que aparecem muito (pouco)
Proposta de valor geralmente é o resultado de um trabalho incessante, complexo e fundamental, pois auxilia a construir a identidade da marca. Várias empresas se utilizam do capital humano para construí-la de maneira crível e que convença o consumidor.
A indústria automobilística, em especial a Bugatti e a Lamborghini, tem adotado um discurso de alta qualidade dos bens que produzem basicamente em função das pessoas que lá trabalham. Anunciar que o carro é feito artesanalmente, de maneira demorada, com o cuidado do toque pessoal, é "lugar comum" nas peças publicitárias.
Há um filme da Audi para o R8 que consegue divulgar seu capital humano explorando-o indiretamente, por meio de sombras ultravelozes, com o aspecto da "demora" sendo ironizado. É uma peça de uns dois anos atrás, mas absolutamente atual.
A indústria automobilística, em especial a Bugatti e a Lamborghini, tem adotado um discurso de alta qualidade dos bens que produzem basicamente em função das pessoas que lá trabalham. Anunciar que o carro é feito artesanalmente, de maneira demorada, com o cuidado do toque pessoal, é "lugar comum" nas peças publicitárias.
Há um filme da Audi para o R8 que consegue divulgar seu capital humano explorando-o indiretamente, por meio de sombras ultravelozes, com o aspecto da "demora" sendo ironizado. É uma peça de uns dois anos atrás, mas absolutamente atual.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Embalagem para aumentar o valor da marca
Na venda de tênis um dos últimos elementos a serem avaliados pelo departamento de Marketing é a embalagem.
Nas vitrines, nos anúncios, nas prateleiras, o que aparece é o tênis. A embalagem somente será vista em casa, pois as lojas a colocam dentro de uma sacola.
A Puma, porém, percebeu que mensagens de cunho socioambiental poderiam criar valor para a marca, ao demonstrar a ocupação da empresa com o meio em que atua. É uma continuação do seu posicionamento: estilo de vida.
A produção do comercial é digna das grandes marcas.
Nas vitrines, nos anúncios, nas prateleiras, o que aparece é o tênis. A embalagem somente será vista em casa, pois as lojas a colocam dentro de uma sacola.A Puma, porém, percebeu que mensagens de cunho socioambiental poderiam criar valor para a marca, ao demonstrar a ocupação da empresa com o meio em que atua. É uma continuação do seu posicionamento: estilo de vida.
A produção do comercial é digna das grandes marcas.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Quando a paixão altera o produto
Nesta copa de 2010 por certo as televisões mostrarão um efeito diferente nas arquibancadas.
A Nuon EnergyShirt é uma camiseta que muda sua cor original (marrom claro) para o laranja vivo (cor oficial da Holanda), conforme o torcedor altera a temperatura do corpo.
Com tecido termo-sensível, capaz de reagir às variações da temperatura do corpo, promete ser a coqueluche da torcida holandesa.
Mais uma ação que eleva uma marca ao nível da paixão (embora neste caso, o futebol, nem fosse necessário demonstrar).
domingo, 30 de maio de 2010
Marca adolescente = AGSK8

A geração atual de pré adolescentes/adolescentes desde muito acompanha a tecnologia. Seus interesses são múltiplos e acontecem todos ao mesmo tempo.
Rapidamente incorporam novas linguagens e, com isto, vão se aperfeiçoando diariamente, ultrapassando limites, conquistando espaços próprios.
O blog www.agsk8boss.blogspot.com é editado por um quase adolescente muito esperto de apenas 11 anos.

Os temas, de música heavy metal a skate ou vídeos engraçados, tudo está lá.
Acompanhe! Vale a pena ver e comparar com o nosso desempenho nessa mesma época da vida.
http://www.agsk8boss.blogspot.com/
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desenhos do artista José Aguiar, no blog homônimo
sábado, 29 de maio de 2010
Propaganda pouco comum para coisas comuns
Grandes marcas comumente adotam os atributos emocionais e de auto-expressão na sua comunicação. Marcas seguidoras da líder tendem a usar atributos funcionais (Aaker, 2007).
Quando uma grande marca resolve enfocar os atributos funcionais na propaganda, deve tomar o cuidado de fazê-lo com qualidade idêntica exigida nas suas grandes produções institucionais.
É o que ocorre no novo filme da Mercedes E class, “Sorry”. Veja abaixo como resolveram de forma esplêndida um aspecto absolutamente rotineiro do seu segmento: o de sistema de freios.
Quando uma grande marca resolve enfocar os atributos funcionais na propaganda, deve tomar o cuidado de fazê-lo com qualidade idêntica exigida nas suas grandes produções institucionais.
É o que ocorre no novo filme da Mercedes E class, “Sorry”. Veja abaixo como resolveram de forma esplêndida um aspecto absolutamente rotineiro do seu segmento: o de sistema de freios.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Como vender lixo sem ser carroceiro
Há dez anos, o designer Justin Gignac discutia com amigos a importância da estética na embalagem. Não conseguindo convencê-los, radicalizou: disse que venderia às pessoas algo que elas não quisessem comprar, basicamente em função da embalagem.
O problema é que não sabia o quê vender. Olhou para Nova York e encontrou a resposta: lixo.
Apanhando coisas do chão, colocou em caixas únicas, sem cheiro, assinadas e datadas, sendo uma peça de recordação da cidade. Iniciou cobrando U$ 10 e hoje cobra U$ 50. Já está lançando, inclusive, edições especiais, com o lixo vindo de locais como os da virada do ano em Times Square ou de um jogo dos Yankees. Acompanhe nas fotos a seguir.
Apesar de ter convencido seus amigos, uma visão um pouco mais técnica de Marketing diria que as pessoas é que esperam da capital do mundo, coisas inusitadas, diferentes, únicas.
Não importa muito se é lixo em caixa acrílica, radiografia vendida em feira ou roupa de grife vendida na calçada: o que o turista quer é voltar e mostrar aos seus amigos algo que não obteria em outro lugar do mundo. É a experiência, tão difundida na literatura por Bernd Schmitt (1999).



O problema é que não sabia o quê vender. Olhou para Nova York e encontrou a resposta: lixo.
Apanhando coisas do chão, colocou em caixas únicas, sem cheiro, assinadas e datadas, sendo uma peça de recordação da cidade. Iniciou cobrando U$ 10 e hoje cobra U$ 50. Já está lançando, inclusive, edições especiais, com o lixo vindo de locais como os da virada do ano em Times Square ou de um jogo dos Yankees. Acompanhe nas fotos a seguir.
Apesar de ter convencido seus amigos, uma visão um pouco mais técnica de Marketing diria que as pessoas é que esperam da capital do mundo, coisas inusitadas, diferentes, únicas.
Não importa muito se é lixo em caixa acrílica, radiografia vendida em feira ou roupa de grife vendida na calçada: o que o turista quer é voltar e mostrar aos seus amigos algo que não obteria em outro lugar do mundo. É a experiência, tão difundida na literatura por Bernd Schmitt (1999).



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